MINHAS METAS
  • Compreender a construção da marca pessoal e seus impactos na carreira profissional.
  • Revisar os objetivos pessoais e profissionais para a geração e aproveitamento de oportunidades.
  • Elaborar estratégias para o desenvolvimento da marca pessoal.
  • Compreender o alto impacto da comunicação nessa construção.
  • Observar a integridade e etiqueta digital no mundo profissional.
  • Identificar a integrada etiqueta presencial no mundo profissional.
  • Analisar os hábitos e comportamentos que impactam na sua imagem e marca pessoal. 

Inicie sua Jornada

Olá, estudante! Para que possamos iniciar a nossa jornada do conhecimento sobre a construção da nossa marca na era digital, convido você a refletir sobre duas situações apresentadas nos textos a seguir:

Texto 1 - Ana Maria foi convidada para realizar uma entrevista para uma posição de trabalho em uma empresa que ela admira muito e tem o sonho de trabalhar. A entrevista foi agendada para as 17h, na matriz dessa renomada empresa que fica na área central de uma grande capital. O deslocamento necessário para que ela esteja no horário marcado deve garantir uma antecedência mínima de uma hora, pois, no final da tarde, as ruas começam a ficar congestionadas e é preciso contar com esse tipo de imprevisto. Ana Maria acabou se atrasando para sair e, certamente, não conseguirá chegar ao local no horário combinado. Ela ligou para a empresa e avisou que iria se atrasar um pouco, mas como esqueceu do congestionamento típico de cidades grandes, seu atraso foi de quase uma hora. Ao chegar, a entrevistadora estava nitidamente desapontada, pois a vaga era justamente para a área de Gestão de Projetos e esse evento acabou interferindo na performance de ambas, até porque Ana Maria não conseguiu justificar o seu atraso.

Texto 2 - José Carlos, há muito tempo, mantinha interesse amoroso por Cristina. Quando se conheceram, eram apenas colegas de trabalho, mas, com o tempo, José Carlos foi trabalhar em uma outra empresa e, então, resolveu se conectar novamente com Cristina através de uma rede social. Cristina nunca tinha percebido que José Carlos tinha algum interesse por ela, mas, com o aumento da frequência de conversas pela rede, Cristina resolveu dar uma oportunidade para José Carlos e finalmente aceitou o convite para sair com ele no final de semana.

Pontualmente, José Carlos buscou Cristina na sua casa e a levou em um restaurante bastante romântico. Por diversos momentos, ele pôde demonstrar a sua gentileza e carinho por ela.  A noite foi agradável! No dia seguinte, Cristina foi surpreendida com uma linda orquídea que José Carlos enviou a ela em forma de agradecimento pela noite incrível que tiveram, o que acendeu em Cristina um novo olhar sobre José Carlos. Eles já marcaram de sair novamente durante a semana.

Quando falamos de marca pessoal, Bender (2009) define que marca pessoal está ligada à pessoa, ao seu nome e através de como esta é representada. A marca pessoal impacta não apenas no mercado de trabalho, mas também na sua vida pessoal de forma tanto positiva como negativa. 

Pensando nos dois textos apresentados: o texto 1 demonstra que houve uma desatenção de cuidados aos detalhes por Ana Maria, mesmo que na descrição do cargo não houvesse o requisito “pontualidade” especificado. Quando inserido no contexto profissional de um cargo como Gestor de Projetos, que tem nos prazos, orçamentos e cronograma quesitos fundamentais para o sucesso de um projeto, um “atraso” no processo de entrevista pode sabotar você na conquista dessa vaga tão sonhada.

Já  no texto 2, trata-se de causar uma boa impressão pessoal, pois José Carlos conseguiu demonstrar para Cristina o seu genuíno interesse por ela. Em todas as oportunidades possíveis de um simples jantar, José Carlos conseguiu impressionar e surpreender Cristina, o que lhe garantiu minimamente uma nova oportunidade de estreitar a relação entre eles.

A análise desses dois textos nos faz refletir que a marca pessoal não está ligada apenas a nossa atuação profissional, mas também à forma como somos vistos pelas pessoas nas nossas relações pessoais. Portanto, nem sempre é possível causarmos uma segunda “primeira impressão”, então, é preciso entendermos melhor esse conceito, a fim de construirmos a nossa marca pessoal (personal branding) e demonstrarmos essa marca da melhor forma possível às pessoas.

Vamos juntos compreender esse tema para que possamos aplicar no nosso dia a dia e desenvolver a nossa marca pessoal de valor.

PLAY NO CONHECIMENTO

Quero convidar você para ouvir o podcast desenvolvido especialmente para você: Como dizia a Coco Chanel: não é a aparência, é a essência, assim também deveria ser a sua marca pessoal. O conteúdo traz uma reflexão sobre o que realmente importa quando se fala em marca pessoal e também a imagem pessoal, que é um componente intrínseco a sua marca. Reflita sobre as ideias centrais do podcast e pense como você está construindo a sua marca e como você está sendo reconhecido pelo mercado a partir da conscientização e valorização da sua marca.

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Olá, estudante! Como dizia a Coco Chanel: “não é a aparência, é a essência”, assim também deveria ser a sua marca pessoal.

Para entendermos mais a respeito da marca pessoal, desmistificaremos algumas crenças que nos fazem achar que ela se resume à aparência das pessoas. Na verdade, a nossa aparência é um dos elementos que corroboram para a nossa marca pessoal, mas definitivamente não é o único.

O que, muitas vezes, as pessoas confundem é imagem pessoal com marca pessoal. A imagem pessoal é parte da construção da nossa marca pessoal. Ela diz respeito à estética, à maneira de ser, se comportar, vestir, à personalidade e até mesmo ao tom de voz; já a marca pessoal traduz a percepção das pessoas sobre você, ou seja, diz respeito à sua história, sua trajetória profissional, competências e qualidades percebidas por outrem. Portanto, a imagem e a marca se complementam!

Durante a pandemia, com a necessidade de realizarmos reuniões on-line, muitas vezes, percebemos que alguns profissionais não se preocupavam com a sua aparência. Se percebia até um certo “desleixo” por parte de algumas pessoas, que pareciam esquecer de usar uma roupa mais formal (afinal, era uma reunião profissional).

É claro que ninguém imprime uma marca pessoal apenas com a sua imagem pessoal, até porque uma aparência excelente não é sinônimo de entrega de resultados! Contudo, cuide da sua imagem pessoal para que ela se alinhe à marca que você quer passar!

Em uma reunião on-line, temos apenas a nossa imagem e a nossa comunicação como recursos de transmissão de uma ideia/projeto. A comunicação que utilizamos nessa situação diz respeito tanto à comunicação verbal quanto à não verbal.

Decida o que você quer ser! Não se deixe levar por modismos de relaxamento da aparência, que parecem ser convenientes, porém, mais adiante, lhe trarão desvantagens em promoções ou oportunidades.

Coco Channel foi uma mulher adiante do seu tempo; estilista ligada à moda com renome internacional e perene por gerações. 

Ela trouxe conceitos de feminismo, libertação, emancipação, além de muitos voltados à sua própria história (fracassos e sucessos).

A estilista criou uma forma de ser mulher e, com o passar dos anos, fez com que a sua marca orbitasse em torno de si mesma, da sua vida, dos seus valores e de tudo que ela representava e acreditava.

Uma das suas célebres frases é: “não é a aparência, é a essência. Não é o dinheiro, é a educação. Não é a roupa, é a classe”.

Nos dias atuais, quando lemos essa frase, imediatamente identificamos a consonância entre imagem e marca pessoal. Portanto, Coco Channel nos traz várias lições sobre o tema: o olhar do terceiro sobre quem somos, como agimos e de que forma nos percebem.

A marca pessoal abrange o posicionamento, considerando a sua profissão e também a sua área de atuação. Contudo, lembrem-se que esse posicionamento se modifica e constrói com o passar do tempo. Esse reconhecimento que as pessoas lhe imprimem diz respeito à reputação que você conquistou.

Uma das vantagens de construir uma marca pessoal forte é se diferenciar da concorrência e conquistar a confiança dos clientes, fornecedores, colaboradores, e demais grupos com os quais você se relaciona. É a partir desse reconhecimento de imagem associada à marca pessoal que destacaremos e reconheceremos os seus talentos e habilidades para o mercado.

Você não precisa mudar de personalidade para ter uma marca pessoal visível para o mercado, mas é importante que haja um alinhamento dos pontos não tão favoráveis para a transmissão da referência incrível que você é. Pense nisso!

Chegamos ao final desse podcast (PÔDIQUÉSTI)! Espero ter colaborado com o seu conhecimento sobre marca pessoal. Até a próxima!

Baixe o podcast em palavras

VAMOS RECORDAR

Para que você possa internalizar o conteúdo, convido você a assistir ao TED Crie a sua marca pessoal, da ex-executiva da Microsoft Jenni Flinders, que utiliza a sua própria experiência para demonstrar a importância de se ter uma marca pessoal positiva, já que não podemos causar uma segunda “primeira impressão”.

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Desenvolva seu Potencial

A marca pessoal é fundamental para estabelecermos relações duradouras tanto pessoais quanto profissionais. Além disso, é por meio dela que imprimimos aos outros a nossa imagem, e essa percepção nos acompanhará tanto na vida pessoal como na nossa vida profissional. 

A boa notícia é que é possível desenvolvermos a nossa marca pessoal e, através do conhecimento, realizar ajustes para que ela se torne sólida, traga diferenciação, seja visível para o mercado e seja percebida com valor agregado. Estudante, convido você a caminharmos juntos para desvendar como construir a sua marca pessoal!

PERSONAL BRANDING E MARKETING PESSOAL

Quando se pensa em Marca Pessoal, é preciso recordar o que escreveu Peters (1998) sobre esse assunto: "[...] criar uma marca não é nada mais (e nada menos!) que criar uma personalidade distinta... e deixar que o mundo fique sabendo dela… de alguma maneira" (PETERS, 1998, p. 339).

Uma famosa frase de Steve Jobs reforça essa ideia: “Exponha-se às melhores coisas que os seres humanos fizeram e depois procure trazer essas coisas para aquilo que você está fazendo” (JOBS apud PETERS, 1998, p. 354).

Conforme Bender (2009), a marca pessoal está ligada à pessoa, ao seu nome, e através de como essa pessoa é representada. A nossa imagem impacta não apenas no mercado de trabalho, mas na vida pessoal. Na mesma linha, os autores Montoya e Vandehey (2010) dizem que a marca pessoal pode ser definida como a imagem que, de forma transparente e pública, nos caracteriza. Ou seja, a qual imagem somos associados quando as pessoas pensam sobre nós?

Jeff Bezos, CEO da Amazon, certa vez, definiu a marca pessoal dizendo a sua célebre frase: “Sua marca pessoal é o que as pessoas dizem sobre você quando você não está na sala”. Montoya e Vandehey (2010) afirmam que a marca pessoal auxilia o profissional a transformar seu nome e imagem em um produto com qualidades que imprimem ao mercado que é você. Ou seja, é possível pensar que a marca pessoal é um recurso que auxilia o profissional a se tornar relevante para o mercado.

Em resumo, querendo ou não, você emite sinais, transmite mensagens sobre você nas mais diversas situações que podem lhe favorecer ou prejudicar tanto na vida profissional quanto na vida pessoal. Esse é um processo que ocorre para a maioria das pessoas sem que estas tenham necessariamente consciência disso.

Essa ideia de associação da sua marca pessoal a um negócio no qual as pessoas são atraídas pelo que você faz e inspira tem a ver com confiança e reputação, conceito amplamente difundido por Bender (2009). Bender (2009, p. 25) reforça: “num mundo complexo com muitas alternativas, a escolha óbvia sempre será por quem construiu a melhor reputação”.

Bender (2009, p. 124) sugere uma estratégia para que se possa começar a estabelecer “[...] o seu foco para a busca do conhecimento e valorização da marca pessoal” através de três questionamentos, a fim de avaliar quais passos são mais importantes e que ajudarão a dar maior clareza:

  • O que isso pode representar para agregar valor à minha marca pessoal hoje?
  • O que isso pode representar para a minha marca daqui a alguns meses?
  • O que isso pode representar para a minha marca daqui a alguns anos?

A partir desses questionamentos, Bender (2009) acredita que seja possível priorizar o que realmente importa na construção da sua marca e carreira, o que lhe ajudará a ser mais seletivo nas escolhas.

Uma outra ferramenta de autoconhecimento para que você possa identificar a força da sua marca é através da análise da matriz SWOT pessoal, que tem por objetivo compreender pontos de melhoria e desenvolvimento das suas competências e habilidades através da análise de forças e fragilidades, oportunidade e ameaças aos seus objetivos em função da ausência dessas competências e habilidades em relação ao mercado e concorrência de profissionais.
A ferramenta atua no âmbito individual, auxiliando a pessoa, por meio do autoconhecimento, a desenvolver as lacunas existentes no seu perfil.

A ferramenta trabalha na dimensão interna do indivíduo e diz respeito aos aspectos internos e que são de responsabilidade da pessoa, como o aspecto intelectual (formações, relacionamento, conhecimentos técnicos, dentre outras), e dizem respeito as nossas forças ou fraquezas, que auxiliam ou dificultam os nossos objetivos.

E também aos aspectos externos não controláveis que fazem parte do ambiente no qual a pessoa vive e trabalha, que tanto podem aumentar as chances do indivíduo realizar seus objetivos ou dificultar que estes aconteçam. Esses aspectos são definidos como oportunidades ou ameaças. Faça o download da ferramenta e construa a sua matriz SWOT pessoal.

INDICAÇÃO DE LIVRO

SOBRE O LIVRO:

Neste livro, Arthur Bender (2022) insere profundamente o leitor na ideia de que é preciso "ser você mesmo", porém é necessário o desenvolvimento do autoconhecimento, pois, na ausência deste, pode haver consequências desastrosas para a sua imagem. Nessa perspectiva, revisita mitos, inverdades, armadilhas e mostra onde está a fonte do conflito que gera sofrimento. O livro ainda aponta as saídas para você se valer dos seus talentos, das suas vulnerabilidades, da sua história de vida e fazer desse seu patrimônio uma marca autêntica, valiosa e sustentável. Finalmente, apresenta alternativas e caminhos para a sua realização pessoal e profissional.

O QUE FAZ OLHOS BRILHAREM? 

Somos frequentemente bombardeados com artigos, reportagens e conteúdos disponíveis na Internet que indicam como deveríamos administrar nossas carreiras. É nesse momento que entendemos que não estamos realizando 10% dos esforços recomendados (BENDER, 2009).

Muitas vezes, com a vida agitada do cotidiano, com as novas demandas de mercado, tendo de conciliar a vida pessoal (filhos, marido, esposa, pais, amigos etc.), parece não haver tempo suficiente para suprir a necessidade de dar conta das obrigações e sobrecarga a que estamos sujeitos. Então, muitas vezes, pensar na carreira fica em outra prioridade dos nossos esforços e objetivos.

VOCÊ SABE RESPONDER?

Você já se perguntou o que faz os seus olhos brilharem?

Se vivemos em um mundo cada vez mais complexo, onde existe uma infinidade de informações disponíveis, muitas delas em tempo real, cada vez mais é preciso ser seletivo na busca desse conhecimento, a fim de definir os seus objetivos e identificar oportunidades que incidam na sua marca pessoal.

Bender (2009) sugere que o primeiro norteador a ser considerado como selecionador diz respeito aos seus objetivos iniciais e metas. Vieira (2015) destaca a importância de darmos foco para o atingimento dos nossos objetivos. 

Para Vieira (2015, p. 102), “foco é a capacidade de aproveitar as condições naturais disponíveis a qualquer um, produzir poder e gerar mudanças ao se concentrar em um único ponto”. Pensando nessa frase, foco é uma oportunidade para fazer, produzir e gerar oportunidades através da sua autorresponsabilização no processo. Nesse momento, você deve estar se perguntando: onde eu devo colocar o meu foco?

Para responder a essa pergunta, eu desafio você a resolver três exercícios elaborados por Vieira (2015) que lhe ajudarão na resolução dessa questão. Faça o download do arquivo

Esses três exercícios promovem o autoconhecimento e autorresponsabilidade pelos seus atos. É importante poder refletir sobre quais problemas você ainda não conseguiu resolver e também quais são os sonhos que ainda estão na sua mira.

A partir dessas duas análises, você pode se dar conta de quais comportamentos sabotam a sua conquista para atingir os seus sonhos.

Muitas vezes, isso ocorre porque são hábitos que poderiam ser modificados pela simples conscientização do quanto esses hábitos impactam no atingimento das suas metas e realizações em relação a consecução e atingimento dos seus objetivos.

Para que se possam estabelecer objetivos profissionais e, com isso, enxergar as oportunidades para, posteriormente, aproveitá-las, faz-se necessário o entendimento da importância do desenvolvimento do autoconhecimento e conscientização dos elementos que interferem nesse processo, pois, a partir dessa visão, fica mais fácil conseguir definir os seus objetivos pessoais e profissionais.

O conhecimento sobre si faz com que seja possível reconhecer o que nos afeta, seja algo positivo ou negativo, pois, a partir dessa visão, o indivíduo “compreende as lições” experimentadas independentemente de serem positivas ou não, de trazerem ou não a felicidade. Tudo pelo que passamos pessoalmente e profissionalmente é aprendizado!

 Tudo pelo que passamos pessoalmente e profissionalmente é aprendizado

Pensando nessa premissa, fica mais fácil de nos concentrarmos no que existe de melhor. Bender (2009, p. 119) afirma que: “seus objetivos serão seus filtros na hora de selecionar o que servirá de conhecimento potencializador de sua marca pessoal”. Bender (2009) ainda afirma que a curiosidade no sentido de aprofundar-se, por exemplo, em conhecer quem são os maiores especialistas relacionados a sua área de atuação e segui-los de perto, pode ajudar na busca de fontes confiáveis que abarcarão, com conteúdo diferenciado, o seu conhecimento.

O conhecimento dá suporte técnico e segurança

Uma outra sugestão relevante trata de você buscar diversificar o conhecimento, mas sem perder o foco, até porque é necessário manter o direcionamento e a concentração na área que se pretende destacar como profissional. E obviamente, permitir o “brilho nos olhos”, ou seja, apaixonar-se pelo que se faz, empolgar-se na comunicação, na motivação, sempre buscando mais, mas nunca esquecendo da segurança. O conhecimento dá suporte técnico e segurança. Quanto mais se sabe, mais seguro de si você se torna, e, consequentemente, a paixão pelo que faz traz o “brilho aos olhos” (BENDER, 2009).

Vieira (2015) reforça a importância do foco e da canalização da energia e afirma que é preciso buscar a mudança da nossa modalidade para atingir tal estado. Para isso, divide em duas situações a serem mapeadas: a primeira se refere aos problemas e a nossas limitações, que devem ser resolvidas ou eliminadas, e a segunda está relacionada aos nossos sonhos e metas a serem conquistadas.

Bender (2009) sugere formular perguntas que nos ajudem na tomada de decisão, conforme já visto. A partir desses questionamentos fica mais fácil considerar o tipo de impressão que você quer causar, bem como o mercado que quer atingir, porém não existe uma fórmula para tal, pois o objetivo é individual. Portanto, imprimir autenticidade e confiança auxiliarão para que seja possível desenvolver uma estratégia que torne a sua marca consistente, consolidada e admirada no mercado.

Bender (2009, p. 211) fala que, apesar de todas as ações que possamos nos comprometer para nos concentrar para melhorar a nossa marca pessoal, ainda assim passaremos por obstáculos, afinal “existem coisas que você pode mudar e outras que você não pode”.  E, para ser sincera, está tudo bem! Se dar conta dessa máxima não é razão para que você desista dos seus planos, dos seus sonhos, isso será apenas a constatação de que você não tem todas as respostas. Ainda como escreveu Bender (2012, p. 56) “[...] tudo depende da forma como você encara a vida”. E mais do que isso, será uma forma de você aproveitar o máximo de oportunidades que se apresentarem.

Você deve estar pensando que essas reflexões que fez para si também são uma forma de você se comunicar com você mesmo, e essa é uma percepção correta, pois nos questionamos sobre temas que muitas vezes não compartilhamos com as outras pessoas, e se compartilhamos, utilizamos uma linguagem negativa ou adotamos um padrão linguístico que remete ao fracasso, como: “nunca acabo o que eu começo”, “a vida não é fácil”, “quero sumir, desaparecer”, “nunca vou realizar meus sonhos”, dentre outras (VIEIRA, 2015).

É necessário identificar essas frases e assumir um padrão corretivo, com viés positivo, pois quem ouve você forma uma imagem parcial do que realmente levou você a adotar esse padrão que estará associado a sua marca pessoal. A partir da identificação de um novo padrão linguístico, faz-se emergente mudar o estilo linguístico. Lopes (2021) diz que o que você fala para si determina a sua vida, que enriquecer depende da sua autoestima, assim como também o sucesso da sua comunicação.

Estilo linguístico é a manifestação de todo um conjunto de atitudes e comportamentos manifestos pelas palavras ditas. É a maneira pela qual o indivíduo mostra e reforça quem é, como pensa e no que acredita. Tal qual o padrão linguístico, o estilo linguístico é a representação verbal da identidade do indivíduo. 

(VIEIRA, 2015, p. 152)

Cada indivíduo possui um estilo linguístico diferente que impacta diretamente na sua marca pessoal, imprimindo a esta a personalidade de cada um; por isso que a frase “a primeira impressão é a que fica”, utilizada até de maneira clichê, é uma realidade. Nem sempre seremos capazes de causar uma ótima primeira impressão em uma segunda oportunidade, por isso a comunicação pode ser essencial nessa circunstância. Bender (2022, p. 242) acredita que 

As primeiras impressões afetam drasticamente nossa disposição em criar boa vontade, em ouvir o que a pessoa tem a dizer, em ser mais ou menos gentil, e o mais importante: em acatar o que foi e o que não foi dito ainda.

COMUNICAÇÃO DE ALTO IMPACTO

A comunicação faz parte da nossa vida desde que nós nascemos, sendo desenvolvida ao longo da nossa vida por meio das experiências, estudo, educação, formação etc. É nessa sequência que se constrói a jornada da nossa marca pessoal, e saber se comunicar é um dos elementos que marcam também a vida e trajetória profissional, em que é preciso comunicar adequadamente, posicionar-se e transmitir a mensagem de forma clara e objetiva.

A comunicação diz respeito à forma como interagimos com o mundo

A comunicação diz respeito à forma como interagimos com o mundo e expressamos os nossos sentimentos, ideias, sonhos, percepções, desejos, objetivos, emoções, estado de espírito. A comunicação pode ser escrita, verbal, não verbal ou visual. É a comunicação que nos permite marcar presença no mundo presencial e, mais recentemente, no mundo digital. 

A comunicação no mundo digital é realizada através de Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TIC) como: e-mail, redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter etc.), podcast, videochamadas, blog, sites, aplicativos de mensagem instantânea (WhatsApp, Telegram), dentre outros;  mais recentemente, embora ainda distante de muitas pessoas, até no Metaverso (uma espécie de universo on-line 3D), que algumas empresas já estão investindo e até vendendo.

Conforme Bender (2022), quando se fala de marca pessoal, todos os sinais comunicam. Portanto, marcas pessoais fortes mantêm a coerência também em relação aos sinais visuais. É preciso apenas olhar para uma pessoa para entender sua identidade e como ela gostaria de ser percebida. O autor destaca que “não existe imagem certa ou errada de modo geral, o que existe é a imagem certa para o seu projeto, para os sinais que você quer passar e como as pessoas irão percebê-los” (BENDER, 2022, p. 243).

marcas pessoais fortes mantêm a coerência também em relação aos sinais visuais

O certo é que a tecnologia abriu portas para o mundo em todos os sentidos, e não diferentemente, na comunicação. Muitas vezes, assistimos atônitos a algum acontecimento em que analisamos o comportamento humano em programas tipo reality shows, em que as pessoas se expõem para o Brasil (e mundo), e suas falas ganham voz tanto positivamente quanto negativamente. 

Não é somente a comunicação verbal que impacta a imagem pessoal, a comunicação não verbal, através de atitudes e comportamentos controversos, pode impactar a carreira de um profissional por toda a vida. Mesmo que haja posteriores desculpas públicas, a imagem e marca pessoal já foram maculadas. Não é possível afirmar que em algum momento, mesmo havendo consequências e/ou punições associadas, a marca pessoal não será afetada para um profissional ou figura pública.

Frequentemente, a ausência do planejamento da comunicação associada à comunicação não verbal nos apresenta casos em que somos audiência capazes de discernir sobre o “politicamente correto”. 

Cada vez mais, pessoas públicas ou formadoras de opinião têm enfraquecido a sua imagem e marca pessoal por meio de comentários, pensamentos ou posicionamentos controversos, sejam escritos ou falados, gerando impactos negativos para uma marca pessoal.

Por analogia, essas mesmas pessoas, por intermédio da comunicação planejada, autêntica, coesa entre as formas de comunicação, ganham admiração da sua marca pessoal. O que aqui se reflete é que, normalmente, pessoas inseridas nesse meio têm um sentido amplificado da exposição, portanto, o autoconhecimento, aliado ao planejamento, pode atingir o resultado esperado para evidenciar a sua marca pessoal.

EU INDICO

A partir das reflexões sobre a importância da comunicação, convido você a assistir TED 10 ways to have a better conversation (10 maneiras de ter conversas melhores), com a radialista Celeste Headlee. Se a sua profissão depende da sua capacidade de conversar com as pessoas, é importante dominar o básico do diálogo e como conduzi-lo da melhor forma. 

Seja no atendimento, trabalhando em redes sociais ou em reuniões, saber como conversar de maneira produtiva é uma habilidade importante para um profissional de Marketing. Nessa palestra, Celeste Headlee ensina as 10 regras que ela aprendeu na sua profissão para ter conversas melhores.

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INTEGRIDADE E ETIQUETA PROFISSIONAL

Quando se fala de etiqueta profissional, apesar de muitas empresas estarem trabalhando de forma remota ou híbrida, deve-se ter em mente tanto os aspectos e abordagens relacionados à etiqueta digital quanto à etiqueta presencial.

O tema etiqueta digital, por se tratar também de uma forma de comunicação oriunda do avanço na tecnologia e sistemas de comunicação, simplificou a forma com a qual a linguagem vem sendo trocada entre as pessoas. Bender (2012, p. 76) faz uma afirmação que vale a pena você refletir: “apesar de a tecnologia vir para nos ajudar a simplificar as coisas, facilitar as tomadas de decisão fez justamente o contrário”.

cada vez mais, as vantagens são mais efêmeras, duram pouco e logo são imitadas ou se tornam senso comum

O autor comenta que, apesar de termos acessos a uma enormidade de coisas, é cada vez mais difícil diferenciar e valorar essas coisas. Tecnologicamente falando, está tudo muito igual. Isso impacta na competitividade da nossa marca, pois, cada vez mais, as vantagens são mais efêmeras, duram pouco e logo são imitadas ou se tornam senso comum. A simplicidade na comunicação em um mundo complexo pode fazer com que seja mais fácil de responder “[...] por que escolheriam você e não os outros” (BENDER, 2012, p. 78).

As mensagens de texto trocadas e compartilhadas via celular ou programas de chat, por exemplo, WhatsApp e Telegram, trouxeram para o dia a dia abreviações, expressões e sinais (emoticons e figurinhas) que tornaram a comunicação menos formal e mais simplificada.

Porém, quando se fala em marca pessoal, a comunicação é um ponto relevante a ser considerado pelas pessoas que buscam o desenvolvimento e visibilidade da sua marca pessoal. 

No passado, quando nos comunicávamos com alguém, utilizávamos textos mais elaborados como veículo para transmitirmos uma mensagem, porém, com o avanço das tecnologias e comunicação, não utilizamos uma prática complexa, simplificamos a comunicação. 

É importante ressaltar que a necessidade de relação entre as pessoas continua sendo essencial, pois, muitas vezes, tenho de me comunicar com colegas e chefes de maneiras diferentes. É preciso prestar atenção em como estamos nos comunicando e nos relacionando com as pessoas. 

Bender (2012) apresenta o paradoxo do “high tech versus high touch", essa dualidade de querermos a alta tecnologia e também o “toque humano”. Segundo o autor, esse é um paradoxo atual de contradição, entre a obsessão por novas tecnologias e a necessidade de resgatar o contato humano, ou, como comumente chamamos, contato humanizado entre as pessoas.

Apesar de buscarmos esse contato humano, precisamos também resgatar as “boas maneiras” que, no passado, aplicávamos como regras de etiqueta. Por exemplo: não ligar para uma pessoa após às 22h, perguntar se a pessoa pode atender, se você autoriza que ela divulgue uma foto sua, dentre outras regras. Com as mensagens instantâneas em tempo real, o senso de urgência se sobrepõe a uma regra outrora aplicada. E, muitas vezes, você irá receber uma mensagem profissional à meia noite, um grupo vai trocar informações em um feriado, finais de semana etc. Você terá uma foto sua publicada sem a sua anuência e muitas das redes sociais terão colegas de trabalho inseridos na sua vida pessoal.

Na etiqueta presencial, além de lembrarmos das “boas maneiras” citadas anteriormente, destaco algumas regras importantes que devem auxiliar você no processo de comunicação:

  • prestar atenção em relação ao volume no qual você está se comunicando com o outro, além do tom de voz empregado nessa comunicação;
  • controlar as emoções; se estiver estressado com algum assunto, tenha cuidado para não descontar na pessoa com quem você está se comunicando;
  • cuidar para não ser agressivo na forma de falar, ou utilizar tom de “deboche”; 
  • ser cortês e educado com as pessoas;
  • ser pontual sempre;
  • não utilizar os recursos, materiais da empresa, sem que lhe ofereçam ou deem permissão;
  • manter uma boa imagem, cuidando da aparência e hábitos de higiene;
  • não fazer fofocas, não comentar sobre a sua vida pessoal e sobre a vida alheia, não fazer perguntas pessoais aos seus colegas para não se tornar inconveniente ou constrangê-los;
  • não falar mal da sua empresa, dos seus gestores ou da sua empresa anterior;
  • prestar atenção a todos os comentários que você faz no seu ambiente profissional;
  • fazer elogios públicos e críticas no privado.

Essas são regras de “ouro” para que possamos passar credibilidade, integridade e senso ético dentro de uma empresa. Todas essas regras podem ser pensadas na etiqueta digital, pois, nesta última, ao utilizarmos áudio, fotos ou mensagens instantâneas, devemos ter em mente que nossos comentários dizem muito sobre quem somos.

INDICAÇÃO DE LIVRO

SOBRE O LIVRO:

Neste livro, Brittany Henessy (2020) trata do universo das mídias sociais e outros canais de comunicação digital e a figura do influenciador, que, geralmente, tem essa nomenclatura atribuída a pessoas ou marcas que detêm as armas da persuasão nas publicações feitas nos seus canais. Essas pessoas e marcas possuem grande número de seguidores no Instagram, Facebook, TikTok, Twitter e até mesmo LinkedIn. Além disso, possuem alto grau de engajamento nas suas publicações, tornando-se formadores de opinião. 

Neste livro, você verá como se dá esse processo e o que é necessário para chegar a esse nível de influência, e como a marca pessoal influencia no processo e engajamento da audiência.

EM FOCO

Neste vídeo, abordamos o Pitch de carreira: como destacar sua Marca Pessoal. Assista, agregue conhecimento e se prepare para as oportunidades!

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Novos desafios

Estudante, partindo do conhecimento sobre a construção da sua marca, a importância de trabalhar a sua marca pessoal na era digital, é hora de realizarmos as últimas reflexões sobre o assunto.

Como aprendemos até aqui, a construção de uma marca pessoal forte perpassa por diversos elementos que farão dessa marca uma referência para o mercado.

O autoconhecimento é uma das peças que fortalecem a sua marca pessoal

Refletir sobre as nossas ações e formas de como nos comunicamos impactam diretamente na nossa marca pessoal. Essas descobertas pessoais guiam as pessoas para as necessidades de mudanças de comportamentos e hábitos que atrasam ou impedem de imprimirmos nos ambientes que circulamos quem somos e que marca queremos imprimir.  O autoconhecimento é uma das peças que fortalecem a sua marca pessoal.

Tão importante quanto o autoconhecimento é a comunicação e a forma como você se expõe no mundo digital. Grandes empresas têm utilizado a análise das redes sociais como uma etapa de seleção de profissionais, então, a forma como você se comunica pode lhe favorecer ou fazer você perder uma oportunidade profissional. Tudo é analisado, as postagens, o que você diz, como você se comporta, tudo é comunicação, tudo faz parte da impressão que você quer passar para alguém.

Estar atento às regras de etiqueta, tanto no ambiente digital quanto profissional, ajuda a construir a imagem pela qual queremos ser lembrados. 

O grande desafio está no equilíbrio, na coesão, na forma como o seu nome passa a ser a sua marca, na reputação associada a você aos olhos do mercado, e tudo isso acompanhado de oportunidades disponíveis no mercado que devem ser valorizadas quando associadas ao seu nome. O seu nome é a sua marca e o seu maior patrimônio! Não esqueça disso!

VAMOS PRATICAR?

Chegou o momento de testar o conhecimento adquirido até aqui! Para isso, por favor, participe da autoavaliação que preparamos especialmente para você. São apenas 3 questões e ao final um feedback.

A teoria contemporânea de carreira, como discutida por Montoya e Vandehey (2010) traz uma perspectiva inovadora sobre o desenvolvimento profissional. Para os autores, a carreira deixa de ser vista como uma trajetória linear e estática, transformando-se em uma série de oportunidades e experiências únicas. Os autores destacam a importância de criar uma marca pessoal distintiva no mercado de trabalho, em que os indivíduos são incentivados a cultivar suas habilidades, valores e paixões para construir uma identidade profissional autêntica.

De acordo com as teorias contemporâneas sobre desenvolvimento de carreira, qual das seguintes opções melhor descreve a importância da marca pessoal no campo profissional?

Todo profissional, seja qual for a sua formação, precisa pensar na gestão da sua marca pessoal, não importa o segmento de atuação. Uma das formas de vencer os obstáculos que irá enfrentar ao longo do caminho é entender o seu propósito de vida e principalmente ter escolhido a profissão que o faça feliz. 

A partir do contexto apresentado, leia as afirmações a seguir:

I- A marca pessoal diz respeito à pessoa, ao seu nome e a como esta pessoa é representada.

II- A marca pessoal pode ser definida como a imagem que, de forma transparente e pública, nos caracteriza.

III- A marca pessoal é um recurso que auxilia o profissional a se tornar relevante para o mercado.

É correto o que se afirma em:

Na era digital, a construção da marca pessoal se tornou uma estratégia fundamental para profissionais de todas as áreas. A construção da marca pessoal na era digital é um tema de relevância crescente, pois a tecnologia transformou a maneira como as pessoas se apresentam no ambiente profissional e pessoal. A Internet, em particular, desempenha um papel fundamental nesse processo. Em um mundo cada vez mais interconectado, a marca pessoal não apenas se mantém importante, mas sua relevância aumenta. O acesso à internet e a popularização das redes sociais expandiram as oportunidades para os indivíduos promoverem sua imagem e expertise.

Com base nas afirmativas a seguir, escolha a alternativa correta:

REFERÊNCIAS

BENDER, A. Personal branding: construindo sua marca pessoal. 9. ed. São Paulo: Integrante Editora, 2009. 

BENDER, A. Paixão e significado da marca: pontos de virada e transformação de marcas corporativas, marcas pessoais e de organizações. São Paulo: Integrante Editora, 2012. 

BENDER, A. Autenticidade: mitos e verdades na construção da sua marca pessoal. São Paulo: Integrante Editora, 2022. 

CENTOFANTI, M. O elo perdido da comunicação: competência mais desejada entre os profissionais no pós-pandemia, a comunicação nunca foi tão difícil nas empresas. Saiba como fazer com que as pessoas se entendam na era do trabalho híbrido. VOCÊ RH, São Paulo, v 16, n. 2, p. 24-37, 2023.

HENNESSY, B. Influencer: construindo sua marca pessoal na era das mídias sociais. 1. ed. São Paulo: AlfaCon, 2020.

LOPES, C. Quem se comunica enriquece. São Paulo: Books International, 2021.

MONTOYA, P.; VANDEHEY, T. A marca chamada você: crie uma marca pessoal de destaque e expanda os seus negócios. São Paulo: DVS Editora, 2010.

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WOLFF, L. Marca pessoal nas organizações. TV Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Transmissão realizada em 12 de agosto de 2021.